Astrologia e Tarot, para que servem?

Muitas vezes as pessoas pensam que o Tarô e a Astrologia se prestam unicamente a adivinhação. Mas usar estes conhecimentos somente para tal fim, é como ter uma Ferrari e usá-la apenas para ir até a padaria da esquina.

Sem contar que a adivinhação pode, muito possivelmente, se realizar de maneira diferente do que foi adivinhado. E por quê? Porque adivinhar algo sobre alguém é o mesmo que dizer para a pessoa não assumir a responsabilidade sobre sua vida e não exercer o seu livre arbítrio. Sim, todos nós, humanos, temos os nossos momentos de inconsciência e dizemos “me salve, decida por mim, me dirija”, mas a realidade é que cada um é o responsável por seu próprio nariz e, o máximo aonde podemos chegar é em uma previsão baseada em comportamentos dominantes e ciclos, e que nunca desconsidera a parte que cada um precisa fazer para obter os resultados que busca. Para colher há que se plantar primeiro.

Mas então, pra que servem a Astrologia e o Tarô? Simples, elas servem como ferramentas de autoconhecimento. Somente a partir do momento em que sabemos quais ferramentas temos à nossa disposição (ou quais as deficiências temos de corrigir) é que podemos partir para a construção do tão desejado futuro feliz.

Há diferenças entre a Astrologia e o Tarô: enquanto ela é um oráculo do ser, ele é um oráculo do estar. Na prática isso quer dizer que a Astrologia lhe fala sobre quem você é, enquanto o Tarô mostra como você está. Então, quando você resolver consultar um profissional dessas áreas, tenha em mente que ele lhe mostrará as ferramentas disponíveis para construir o seu caminho, e não falar de um caminho que não pode ser trilhado sem tais ferramentas.

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Por uma vida mais colorida!

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Vamos trabalhar?

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Diferentes, mas iguais

E bem no momento em que o mundo enfrenta seus preconceitos e intolerâncias espelhados em atos terroristas que assustam o mundo, está circulando na internet um vídeo que mostra o quanto o DNA de pessoas de um determinado grupo étnico – e que pensam pertencer a uma ‘raça pura’ – está totalmente emaranhado com grupos de outras origens. Ou seja, estamos todos misturados, mesmo com aqueles que não apreciamos, graças aos nossos antepassados. E que bom que é assim!

Vendo aqueles depoimentos e descobertas, percebemos cada vez mais como nossas diferenças são, na maioria das vezes, apenas conceitos imaginários, talvez frutos da cultura em que estamos inseridos, de interesses, limites autoimpostos, mas principalmente dos nossos preconceitos.

Na tentativa de sermos um indivíduo e nos distinguirmos dos outros em um mundo cada vez mais competitivo, temos valorizado e reforçado exageradamente essas diferenças com relação ao outro. E seja por vaidade, autoimportância, preconceito ou total falta de noção, adoramos dizer que “eu não sou assim, eu não pertenço a esse grupo, eu não sou de lá, eu sou diferente”…

Quem eu sou , então?

Olhar para o passado, para nossa ancestralidade, pode trazer algumas reflexões importantes. Pensar sobre o conceito de pertencimento é fundamental para nos inserir dentro de uma linhagem verdadeira e não apenas imaginária. Que tão diferentes assim nós somos uns dos outros? Pare para pensar…

E se a gente gastasse menos tempo nos importando com as diferenças e falássemos mais sobre aquilo que nos assemelha? E se nos importarmos menos com aquilo que nos separa, e fossemos mais atentos ao que nos junta? E se começarmos a pensar que, em muitos aspectos, mesmo preservando as nossas diferenças, nós somos um só? No fundo, até no nosso DNA, somos todos humanos. E ponto.

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Que assim seja!

natureza2017

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Não sei o que está acontecendo comigo…

“Não sei o que está acontecendo comigo…” Eu tenho ouvido isso de pessoas que não conseguem entender (e com certeza não irão entender) que aquilo que parecia tão forte e firme está se desmoronando dentro delas, assim como tem acontecido com o nosso planeta.

Estamos mudando a nossa percepção, e com isso, o que parecia certo e seguro se torna vulnerável. Não se trata mais de uma questão de conceitos e teorias, e sim, de fatos que têm mexido com nossos sentimentos e sensações, criando uma verdadeira instabilidade. Estamos vendo com nossos olhos físicos e essas imagens estão sendo catalogadas para dentro do nosso corpo, alterando completamente nosso sistema. Não é mais uma questão apenas mental, agora é físico e emocional. Enquanto era mental ela permanecia distante, precisava somente me prevenir para que aquilo que acontece lá longe não conseguisse me alcançar, agora parece que essas imagens foram absorvidas e se encontram dentro de mim, como se aquilo, de certa maneira, fizesse parte da minha vida ou até mesmo estivesse acontecendo comigo.

Não sei se isso se chama Emaranhado Quântico, ou, quem sabe, isso seja para nos mostrar que existe uma lei latente dentro de nós que é a Divina Lei do Amor e da Unidade, como se fossemos um sol que precisa de todos os raios para iluminar todas as direções, onde se um ou mais raios pararem de brilhar, algo se transforma, o calor vira frio, o dia vira noite… Talvez essa consciência esteja fazendo esse movimento dentro de nós. Que possamos reencontrar o centro e compreender que somos apenas um dos raios que brilha através desse centro, que somos nada mais que uma parte dessa unidade e por isso o que acontece lá… longe… eu esteja sentindo aqui de uma outra maneira.

Beijos Floridos!

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Juntos é melhor!

brilhar2

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Pense nisso…

“A sua biografia se torna a sua biologia.” Caroline Myss


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Aviso!

Olá pessoal, informamos que hoje à noite não acontecerá o grupo de troca de Reiki. O próximo será dia 01 de dezembro 2016!

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Vale a pena tentar…

passo

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