A grande coragem

“Ninguém, nenhuma outra força, está fazendo nada a você. É você e só você. Isso resume toda a filosofia do karma – que é o seu fazer; karma significa ‘fazer’. Você fez e pode desfazer. E não é preciso esperar, postergar. Não é preciso tempo – você pode simplesmente pular fora disso. Mas nós nos habituamos. Se pararmos de ser infelizes, nos sentiremos muito sozinhos, perderemos nossa maior companhia. A infelicidade virou nossa sombra – nos segue por toda a parte. Quando não há ninguém por perto, pelo menos a infelicidade está ali presente – você se casa com ela. E trata-se de um casamento muito, muito longo; você está casado com a sua infelicidade há muitas vidas. Agora chegou a hora de se divorciar dela. Isto é o que eu chamo de a grande coragem – divorciar-se da infelicidade, perder o hábito mais antigo da mente humana, a companhia mais fiel.” Osho

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É só agendar…

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Peça ajuda

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Plante suas sementes

Há quem veja apenas os resultados e desconsidera o plantio, o esforço, o amor e o tempo dedicados… Cuide melhor do seu próprio jardim e ele também florescerá!

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Paciência…

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Astrologia e Tarot, para que servem?

Muitas vezes as pessoas pensam que o Tarô e a Astrologia se prestam unicamente a adivinhação. Mas usar estes conhecimentos somente para tal fim, é como ter uma Ferrari e usá-la apenas para ir até a padaria da esquina.

Sem contar que a adivinhação pode, muito possivelmente, se realizar de maneira diferente do que foi adivinhado. E por quê? Porque adivinhar algo sobre alguém é o mesmo que dizer para a pessoa não assumir a responsabilidade sobre sua vida e não exercer o seu livre arbítrio. Sim, todos nós, humanos, temos os nossos momentos de inconsciência e dizemos “me salve, decida por mim, me dirija”, mas a realidade é que cada um é o responsável por seu próprio nariz e, o máximo aonde podemos chegar é em uma previsão baseada em comportamentos dominantes e ciclos, e que nunca desconsidera a parte que cada um precisa fazer para obter os resultados que busca. Para colher há que se plantar primeiro.

Mas então, pra que servem a Astrologia e o Tarô? Simples, elas servem como ferramentas de autoconhecimento. Somente a partir do momento em que sabemos quais ferramentas temos à nossa disposição (ou quais as deficiências temos de corrigir) é que podemos partir para a construção do tão desejado futuro feliz.

Há diferenças entre a Astrologia e o Tarô: enquanto ela é um oráculo do ser, ele é um oráculo do estar. Na prática isso quer dizer que a Astrologia lhe fala sobre quem você é, enquanto o Tarô mostra como você está. Então, quando você resolver consultar um profissional dessas áreas, tenha em mente que ele lhe mostrará as ferramentas disponíveis para construir o seu caminho, e não falar de um caminho que não pode ser trilhado sem tais ferramentas.

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Por uma vida mais colorida!

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Vamos trabalhar?

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Diferentes, mas iguais

E bem no momento em que o mundo enfrenta seus preconceitos e intolerâncias espelhados em atos terroristas que assustam o mundo, está circulando na internet um vídeo que mostra o quanto o DNA de pessoas de um determinado grupo étnico – e que pensam pertencer a uma ‘raça pura’ – está totalmente emaranhado com grupos de outras origens. Ou seja, estamos todos misturados, mesmo com aqueles que não apreciamos, graças aos nossos antepassados. E que bom que é assim!

Vendo aqueles depoimentos e descobertas, percebemos cada vez mais como nossas diferenças são, na maioria das vezes, apenas conceitos imaginários, talvez frutos da cultura em que estamos inseridos, de interesses, limites autoimpostos, mas principalmente dos nossos preconceitos.

Na tentativa de sermos um indivíduo e nos distinguirmos dos outros em um mundo cada vez mais competitivo, temos valorizado e reforçado exageradamente essas diferenças com relação ao outro. E seja por vaidade, autoimportância, preconceito ou total falta de noção, adoramos dizer que “eu não sou assim, eu não pertenço a esse grupo, eu não sou de lá, eu sou diferente”…

Quem eu sou , então?

Olhar para o passado, para nossa ancestralidade, pode trazer algumas reflexões importantes. Pensar sobre o conceito de pertencimento é fundamental para nos inserir dentro de uma linhagem verdadeira e não apenas imaginária. Que tão diferentes assim nós somos uns dos outros? Pare para pensar…

E se a gente gastasse menos tempo nos importando com as diferenças e falássemos mais sobre aquilo que nos assemelha? E se nos importarmos menos com aquilo que nos separa, e fossemos mais atentos ao que nos junta? E se começarmos a pensar que, em muitos aspectos, mesmo preservando as nossas diferenças, nós somos um só? No fundo, até no nosso DNA, somos todos humanos. E ponto.

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Que assim seja!

natureza2017

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