Sobre erros

Para onde nos dirigimos depois que assumimos, para nós mesmos, que cometemos um erro?

A ‘porta de pedir perdão’ costuma ser a saída mais rápida nesses casos, e a mais eficiente, desde que acompanhada de uma tomada de consciência. Essa perspectiva do ‘foi sem querer, me desculpe’ é socialmente aceita por ser bastante confortável e porque nos desvia a atenção daquilo que está contido na ação incorreta. Todos fazemos bobagens por impulsividade, mas se os erros são repetitivos eles deixam de ser descuidos impensados e revelam que ali há um padrão a ser investigado.

A questão aqui é pensar sobre o que nos levou ao erro. O que estava por trás daquela postura? Houve algo que serviu como uma espécie de gatilho?

Com o tanto de etapas de transformação a que estamos sujeitos nesses últimos tempos, parece cada vez mais complexo entender claramente as próprias motivações… Insensibilidade, falta de educação ou de empatia estão nessa lista, com certeza, mas você já pensou que também devemos estar atentos às influências energéticas nocivas?

Vamos nos ligar mais, reforçar os vínculos com o povo do Bem lá de cima – e aí de dentro! Faça suas afirmações diárias de quem você é e deixe sua Alma falar mais alto que os seus erros tão humanos!

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