Telefone sem fio…

Não, o tema deste post não é sobre celulares nem tipos de aparelhos telefônicos fixos. Quero falar sobre uma brincadeira que eu fazia com minhas amiguinhas quando eu era criança: o telefone sem fio! A gente dizia uma frase no ouvido da outra amiga, e ela repassava a frase adiante e isso seguia até a última criança, quando então – inevitavelmente – nós ríamos muito do ‘absurdo’ que a frase tinha ficado!

Como adulta eu noto que ainda faço a mesma coisa, só que já não é mais brincadeira. Falamos coisas – nem sempre frases bobinhas – que vão sendo passadas adiante sem o menor cuidado e no final – pasmem – o resultado não é engraçado! O velho ditado diz que “Quem conta um conto, aumenta um ponto!”, e isso é tão humano.

Qual seria a solução então, não falar mais? Será? Bem, para eu não falar mais vai ser difícil, eu assumo…

Mas penso que a atenção sobre o que se fala e a reprodução fiel, ou pelo menos sensata, daquilo que se ouviu, fará toda a diferença! As fofocas e os mal entendidos surgem do descuido, do não levar em consideração o que o outro está sentindo. E quando a gente se dá conta que pode ter invertido o sentido de alguma palavra, sempre podemos pegar o celular, ligar para a pessoa e, gentilmente, esclarecer tudo! A coragem e a maturidade adultas unidas a transparência de uma criança, isso não é libertador?

 

Post to Twitter

Trackback URL

, , ,

Comments are closed.