E pluribus unum*

Quanto mais a Centelha Divina desce de encontro à matéria (ou seja, nós), precisa ficar mais e mais densa, de modo a poder operar nos planos inferiores. Na Árvore da Vida, a energia precisa atravessar um abismo que separa os mundos (níveis) superiores dos inferiores.

Então essa Centelha Divina converte-se em Espírito – que ainda é muito sutil para operar no plano físico, mas já está do lado de cá do abismo. Esse Espírito por sua vez precisa rebaixar ainda mais sua freqüência, de modo a adentrar um corpo físico – então ele se veste de Alma.

Lembram do traje espacial do outro post? Pois é, a Alma está para o Espírito como o Corpo está para a Alma – é como uma veste que permite que o Espírito transite por planos mais densos do Universo. Por fim, a Alma entra nosso Corpo no momento da concepção.

Bem, mas o que essa roda colorida tem a ver com isso? É o seguinte: quanto mais densa a centelha divina está em sua jornada transdimensional, mais diferente ela fica. No fundo, no fundo, somos todos a mesma coisa: aquela Centelha Divina, o Adão feito à imagem e semelhança de Deus…o problema é que do abismo pra cá a gente tem a ilusão da diferença.

Daí temos divisões, hierarquias, castas, credos, raças, nacionalidades…coisas que não são nada comparadas ao tamanho do Universo.

É daí que vem aquela frase: “Aos olhos de Deus, somos todos iguais” – porque Deus habita um plano que está acima ainda da Centelha Divina, ou seja, lá não existe diferenciação mesmo.

 

*E pluribuns unum = De muitos, um.

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One Comment on "E pluribus unum*"

  1. Katia Daudt
    22/10/2008 at 4:30 pm Permalink

    Lindo texto, lindíssima mandala: adorei!!!

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