Papo de criança I

A partir deste post vou dividir com vocês ensinamentos que recebo através de conversas com meus “pequenos” grandes amigos. São crianças que trazem “pérolas” que me deixam pensando por dias e dias.

Tenho muito respeito pelas palavras e percepções das crianças, porque muitas delas não foram “contaminadas” pela adultice, ou seja, mantém-se verdadeiras e puras. Perguntam sem a menor vergonha, afirmam com o que os adultos chamam de cara-de-pau, agem com ingenuidade angelical, desarmando qualquer cara feia, por vezes deixando algumas bem vermelhas.

Foi esse olhar de respeito e encantamento sobre o que eles falam e fazem que me fez ter uma ligação e identificação muito grande com nossas crianças, que me fez escolher trabalhar – e aprender – com eles.

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Muitos adultos não percebem que através das crianças o universo nos dá muitos recados. Quantas vezes seu filho disse: Não gosto de tal pessoa. Você mais do que ligeiro o repreende. Algum tempo depois tal pessoa perde algumas máscaras e você acaba concordando: ela não era tão legal assim. Quantas vezes sua filha pede para ir embora de algum lugar, insiste, pede, aborrece, e você desculpa-se por ela e vai ficando? Na hora de ir embora você está com aquela dor de cabeça, que com certeza é culpa da criança e não do ambiente. Será? Ou encontra aquela pessoa que você jamais desejaria encontrar. Ah, se você tivesse ido embora.

Se eu pudesse dar uma dica diria: escutem mais suas crianças, respeitem o nível de imaginação, mas respeitem também o nível de coerência de suas palavras e ações. Não precisam levar ao pé da letra tudo que elas falarem, mas estejam atentos. Porque por experiência própria eu afirmo: o universo adora esse meio de se comunicar…

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