Sou estranha, mas quem não é?

Tijolo

Vivi uma situação engraçada e ao mesmo tempo estranha hoje á noite. Fui perguntar para uma pessoa que é da área da saúde, sobre uma dúvida que tenho à respeito da glândula pineal. Sabem o que falei: pienal! E repeti: a pienal. E insisti, sem me dar conta de que estava falando a palavra – velha conhecida minha – de maneira incorreta! Resultado? Muitos risos e tiração de sarro.
Dislexia, esclerose, distração, ato falho, encosto? Sei lá! Mas fica claro pra mim um padrão: insistir no errado e não se dar conta disso.

E a minha dúvida sobre a pineal, ela já não existe mais. Acham que li a enciclopédia Barsa, encontrei uma sacerdotisa, ou liguei para um médico? Que nada gente, consultei o principal Oráculo da Modernidade, a Fonte do Conhecimento Mundano, o Google, e me preenchi da informação que me atormentava!

Quanto as minhas estranhezas, quem não as têm? Apenas ficarei mais atenta às minhas insistências…

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